IV-BIAU - Portugal - Finalista - Edificio do Corpo de Anfiteatros da Universidade dos Açores

Archivo de las Bienales de Arquitectura

Edificio do Corpo de Anfiteatros da Universidade dos Açores




Finalista

Arquitectura

Nombre de la propuesta

Edificio do Corpo de Anfiteatros da Universidade dos Açores

Emplazamiento

Açores
Portugal

Resumen:

A paisagem do Campus é recortada pelas parcelas estreitas e alongadas da alameda do Relvão e do jardim romântico, que ascendem no ponto mais alto aos edificios dos serviços meteorológicos e da Reitoria, que se recortam no horizonte. O Relvão é uma estrutura impressionante de alinhamentos desfasados de árvores de grande porte, Contido por muros laterais, contrariamente ao jardim romântico, de percursos de água e caminhos sinuosos, composto por caprichosos grupos de árvores exóticas e limitado por duas sebes de árvores e arbustos laterais à clareira central. É numa estreita faixa entre estes dois universos, geométrico e orgânico (mas no entanto monumentais), que se inscreveram um após outro, os novos volumes escolares. Os Anfiteatros, próximos ao edificio da Reitoria, e num ponto já elevado e visivel de todo o jardim, aparecem por entre O arvoredo lateral, como figuras cristalizadas que emergem de um manto basáltico. Esta laje de matéria basáltica, é simultáneamente "natureza", nesta paisagem vulcânica, e artificio, porque contem a cavidade da construção das salas, sob o chão visivel a partir do jardim. A partir da praça existente a norte, o plano de basalto, continuo, estende—Se até ao edificio mais próximo, libertando a superficie como um percurso possivel por entre os dois jardins existentes. Suspensos sobre a laje da praça—prolongada, os volumes brancos dos pequenos anfiteatros contrastam com a densidade escura da folhagem envolvente, e com o volume vitreo e transparente dos átrios que contêm como que uma Segunda praça, recolhida do espaço do jardim. O plano de praça superior, é marcado por três objectos singulares: os lanternins obliquos, e um novo exemplar de lvletrosideros, emergentes do pavimento. O plano da praça inferior, espaço aberto e envolvido por vegetação, permite a partir de uma pequena abertura na sebe lateral do jardim, paragem para descargas técnicas e estacionamentos eventuais.

Autor/autores

I. Lobo / P. Domingos

Colaboradores

P. Oliveira / I. Teixeira / R. Zina / J. Rosário

Fecha de fin de obra:

  • 2003

Fotógrafo

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